domingo, 4 de agosto de 2019

Festas Anceriz 2019


 Os ancerizenses voltaram costas à sua aldeia e a suas tradições.
 Assim abandonam o que é seu.

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Ancerizense Centenária

A ancerizense D. Delfina Barbosa dos Santos completa 100 anos,  hoje 12 de Julho de 2019.
Parabéns à Senhora D. Delfina Barbosa dos Santos
Parabéns aos filhos
Parabéns à família
Parabéns a Anceriz!

A fotografia é de Manuel Silva Fernandes

domingo, 7 de julho de 2019

A Fonte de Baixo

Há cerca de dois meses a Fonte de Baixo e acessos abandonados com a cultura do desleixo. Até o candeeiro à direita já não está de pé.Só se vê a base.
Não é assim que se preserva o património da aldeia, porque a população não vive só de festas.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Anceriz ao natural

Anceriz naturalmente num dia de Sol.

sábado, 22 de junho de 2019

Anceriz - um pormenor verde

Anceriz num trecho verde da sua paisagem natural regenerada, na proximidade das habitações, pós incêndio de 15 de Outubro de 2017, quase dois anos depois.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Gatos e Gatas de Anceriz

Em uma rua de Anceriz...um gato ou uma gata, um gatinho ou uma gatinha.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Em Anceriz, nem tudo o fogo...levou


Ah…….!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Casas de Anceriz

Uma grande casa de Anceriz que  foi queimada e destruída pelo fogo de 2017. O património edificado de Anceriz ficou/foi mutilado.

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Anceriz - Terra Queimada

E tudo o fogo levou...

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Marcas e marcos de Anceriz

Um marco  da aldeia que ainda se mantém, ao contrário do que aconteceu ao Coreto das Eiras, muito mais antigo que este, mandado demolir por gente sábia.

terça-feira, 16 de abril de 2019

Gente de Anceriz e o Bispo de Coimbra

Gente de Anceriz com o Bispo de Coimbra em 26 de Fevereiro de 2017, frente à sede da Liga de Melhoramentos  e, fotógrafos de Anceriz.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Vila Cova de Alva na Serra

Trecho de Vila Cova de Alva no cenário da serra da Estrela com neve no mês de Março 2018.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Pessoas de Anceriz

No princípio da década de 80 nas Eiras em Anceriz, José do Nascimento (Zé Tigelas) à conversa com Alfredo Fernandes, o "Alfredito", por ocasião das festas anuais de Anceriz em Agosto.
Actualmente José do Nascimento deve ter mais de 80 anos.
Alfredo Fernandes já faleceu.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Vila Cova de Alva

Por que se espera? Estabilizar ou reconstruir este prédio que ficou tal qual após o incêndio de 15 de Outubro de 2017?
Entretanto o equilíbrio será estável ou instável? Não haverá perigo de desmoronamento?
Sendo o local ponto de passagem obrigatório de viaturas ligeiras e pesadas, o que resta do edifício está sujeito a frequentes e continuas vibrações resultantes da circulação rodoviária, que  fragilizam o actual equilíbrio.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Gente de Anceriz - Ti Olinda

Na imagem ao centro está a Ti Olinda, mãe da Trindade recentemente falecida, no estabelecimento de sua filha e do marido desta João Fernandes.
À esquerda vemos o António de Almeida Pinto. À direita gente jovem  então, de Anceriz.
Fotografias dos anos 66-67.

sábado, 15 de dezembro de 2018

ANCERIZ - Cantos, Recantos e Encantos

Encontro com a natureza  tal e qual em Anceriz.

domingo, 11 de novembro de 2018

ANCERIZ - terra sacrificada

O incêndio de 15 de Outubro de 2017 fez de Anceriz uma terra mártir  e de gente sacrificada.
Com muito custo e sacrifício das suas gentes, a aldeia procura erguer-se através do trabalho quotidiano e suor de cada um, depois de verem passar um ano sem que as habitações de 1ª moradia tivessem sido reconstruídas e recuperadas.
Mais de um ano sem a habitação própria é um pena excessiva  e traumatizante neste quadro geral de tragédia social e ambiental para o qual a diminuta sensibilidade social, política e de justiça  dos políticos que temos (governantes e autarcas)  formatados a olhar para o seu umbigo, é muita curta para assumirem a responsabilidade do Estado perante o cidadão em tragédias desta dimensão.
 Foram também culturas, apetrechos e máquinas agrícolas, árvores de fruto, currais, palheiros, animais mortos e matas destruídas  pelo fogo que as gentes de Anceriz com muita angústia perderam e que num quadro  geral de desolação e impotência  que enfrentaram e continuam a enfrentar,  governantes e autarcas acabaram por revelar uma grande e incompreensível insensibilidade humana e social.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Gente de Anceriz

 
O ancerizense António de Almeida Pinto, em fotografia nos anos 66-67  nas Eiras em Anceriz, julgamos que também conhecido na aldeia por António "Pedro" (?).
Nasceu a 11 de Abril de 1928 e faleceu a 24 de Junho de 1999.

sábado, 18 de agosto de 2018

Anceriz em Festa

A Capela de Nossa Senhora de Ao Pé da Cruz e o terreiro em frente, local incontornável dos festejos anuais a decorrer na aldeia, em honra de Nossa Senhora. É daqui que se realiza no início das festas a habitual procissão na noite de sexta-feira para a Igreja Matriz e também é aqui que se realiza a missa campal na manhã de segunda-feira, depois dos festejos no terceiro domingo de Agosto.
Anceriz está este fim de semana em festa.

sábado, 4 de agosto de 2018

Anceriz teve festa fora de época

No "Espaço Multiusos Arena de Anceriz" - As Eiras - realizou-se a 28 e 29 de Julho o evento " I Sabores da Horta ", organizado pela União de Freguesias de Vila Cova de Alva e Anceriz. Foi uma festa regional com música regional e clássica, folclore, teatro, artesanato, comidas, petiscos, enchidos, queijos e bebidas regionais, que levou a Anceriz muita gente das redondezas e que se saldou por uma realização positiva em benefício das populações locais.
Uma festa  fora de época, mas uma feliz iniciativa e realização do executivo da União de Freguesias.

De 17 a 20 de Agosto Anceriz terá as suas tradicionais  festividades em honra de Nossa Senhora de ao Pé da Cruz, cujo programa já está divulgado publicamente.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Uma imagem negativa em Anceriz

O grande incêndio de 15 de Outubro último que devastou Anceriz, deixou em todos os ancerizenses uma imagem de destruição e ruina por toda a aldeia e proporcionou infelizmente imagens como esta, algures nos campos de Anceriz.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Aurélio

Realizou-se hoje em Anceriz com a presença de muitos amigos das aldeias em redor o funeral do Aurélio, cidadão de Anceriz. A presença de tanta gente traduz o quanto Aurélio era querido e estimado, não só na sua terra mas também nas redondezas.
Trabalhador incansável, com a sua peculiar personalidade, gostava também de se divertir nas festas e convívios ou grupos de amigos e para isso fazia-se muitas vezes acompanhar do seu acordéon com que contagiava muitos dos presentes, sendo sempre um incentivo para animar e galvanizar o pessoal na partilha da alegria e boa disposição. O Aurélio era assim.
Partiu muito novo. Deixou um vazio e uma grande saudade em Anceriz.
O Aurélio fica fazendo falta na sua aldeia. As gentes de Anceriz não o esquecerão.
 
Sentidas condolências à esposa, filhos e restante família

quinta-feira, 24 de maio de 2018

O Ancerizense ERNESTO AUGUSTO

ERNESTO AUGUSTO, o Senhor ERNESTO, faleceu no Hospital de Abrantes com 94 anos. O funeral realizou-se no dia 23 de Maio de 2018 pelas 12.00h em Anceriz  para o cemitério local. Ernesto Augusto não era natural de Anceriz, nasceu na Cova da Piedade a 31 de Janeiro de 1924 onde  frequentou a 1ª classe na Escola Primária António José Gomes,  daí talvez ter sentido alguma atracção pela Marinha Portuguesa a que também dedicou um longo percurso da sua vida, que o enriqueceu e formou como cidadão. Marinha de que falava frequentemente e a que se referia com muito e natural orgulho.
Seu pai, Aquilino Augusto, migrante da Beira interior para os arredores de Lisboa, trabalhou na indústria da cortiça, na fábrica H. BucKnall & Sons no Caramujo, Cova da Piedade. Por aqui viveram e conviveram por alguns anos. Veio a terminar os estudos da Instrução Primária em Anceriz para onde seus pais regressaram uma vez que daí eram naturais.
Regressou depois a Almada, enfrentou adversidades e dificuldade naturais da vida características de um migrante, que nunca omitiu, e trabalhou por Lisboa, enquanto jovem - Alfama, Alto do Pina e Graça.
Quando «foi às sortes» em 1945, perguntaram-lhe se queria ser incorporado na Marinha de Guerra Portuguesa. Aceitou e fez carreira na Armada, de Grumete a 1º Sargento Sinaleiro, posto em que passou à Reserva.
O Sr. Ernesto Augusto, após deixar o serviço activo na Marinha radicou-se em Anceriz e passou a dedicar grande parte do seu tempo e vida às causas de Anceriz e da sua população. Anceriz e o seu povo muito lhe ficam a dever. A existência do edifício da Liga de Melhoramentos de Anceriz e outras benfeitorias na freguesia, devem-se ao empenho, dedicação, trabalho e incentivos do Sr. Ernesto Augusto - um Grande  SENHOR que não sendo natural de Anceriz se entregou de alma e coração a uma causa - o engrandecimento de Anceriz e da sua população.
ERNESTO AUGUSTO era uma voz que não poderia deixar de ser ouvida em algo que dizia respeito ou interessasse a Anceriz. A sua opinião, o seu bom senso, sentido de responsabilidade e bem servir, seu correcto avaliar de situações, sempre atento às opiniões dos outros e respeitando-as, eram fundamentais para uma tomada de decisão que melhor servisse os interesses de Anceriz
Anceriz pode não estar  actualmente em patamar desejável de desenvolvimento cultural e social quanto outras avaliações, mas sem o trabalho, dedicação, empenho, sacrifício pessoal e dádiva do Sr. ERNESTO, Anceriz teria ficado para trás.
Assim, os actuais e futuros ancerizenses saibam reconhecer e honrar o trabalho de tão digno cidadão,  ancerizense e servidor do País, enquanto militar da Marinha - que agora jaz no cemitério da sua Anceriz - quanto o foi o SENHOR ERNESTO AUGUSTO.
Uma referência de e em Anceriz para sempre.
Que seja colocada uma placa perpetuando a sua memória e trabalho em prol do bem estar da população e dignificação de Anceriz, no edifício da Liga de Melhoramentos.
 
Obrigado SENHOR ERNESTO AUGUSTO

sábado, 3 de março de 2018

Para quando o Coreto?


Vai ser preciso um peditório?
O apregoado progresso não justifica a demolição do Coreto. Foi um acto de inconsciência  e de violência para com o povo, os antepassados e a aldeia.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Três personagens de Anceriz

 
Em primeiro plano três personagens de Anceriz no início dos anos 80 do séc. passado : da esquerda para a direita: Manuel Baptista, fumando o seu cigarro, "Ti" Guilherme e José do Nascimento conhecido por Zé Tigelas.
Na data da fotografia "Zé Tigelas" devia ter 43 ou 44 anos.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Anceriz - Terra Queimada

Estrada de acesso a Anceriz a partir do Porto de Avô, uma desolação total após o incêndio de 15 de Outubro.
Arvores queimadas e ardidas, árvores derrubadas, árvores cortadas, ausência de vegetação, terra queimada e improdutiva. Quando antes não se via a estrada e seu serpentear, agora a visibilidade é total, mas a desolação e o empobrecimento das populações é maior.
A população continua à espera de melhores dias e aquelas pessoas cujas casas arderam continuam à espera da reconstrução. Uns perderam tudo com o fogo e ainda não recuperaram, outros ganharam e estão a ganhar com o fogo e o empobrecimento das populações.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Anceriz recente

Imagem desta aldeia no presente, onde na rua principal - Rua da Junta de Freguesia - se vêem algumas casas renovadas com fachadas recuperadas ou reformadas, um sinal de vitalidade em Anceriz.
Estas beneficiações nada têm a ver com as casas que arderam em Outubro de 2017,(cuja reconstrução tarda) em consequências do generalizado incêndio nesta zona do país.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Pessoas de Anceriz

Três cidadãos de Anceriz no início dos anos 80 nas Eiras, por ocasião das Festas Anuais em honra de Nossa Senhora de Ao Pé da Cruz.
Em 2ºplano a casa do sogro do Joaquim Gomes.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Anceriz - aldeia de Gente Grande


2 das 14 casas destruídas pelo fogo



área devorada pelas chamas colada ao aglomerado populacional


Imagem parcial da aldeia sinalizando as fotografias: vermelho a primeira foto e a preto o local de tomada da segunda foto. A amarelo a localização da Igreja Matriz de Anceriz. Toda a área verde rodeando as casas (e outra na periferia de toda a aldeia) que se vê na imagem, foi atingida pelas chamas.

15 de Outubro de 2017, um dia que os ancerizenses jamais esquecerão. Aqueles que se recusaram a abandonar as casas e seus pertences, quando o fogo avançava sobre as habitações, para defenderem o que era seu e produto do seu trabalho, ficaram com imagens da tragédia que se abatia sobre a aldeia e sobre eles, que os acompanharão e  perseguirão até ao fim da vida.
Foram resistentes, batalhadores e heróis, porque sozinhos, sem ajudas de bombeiros ou outros, salvaram a aldeia de ser devorada pelas chamas e alguns de seus bens. 
Catorze casas destruídas pelo fogo, culturas, pinheiros castanheiros, carvalhos e outros, alfaias agrícolas, tractores, animais, vinha, olivais e árvores de fruto, tudo foi consumido pelo fogo. Pessoas que viviam do que produziam vão ter agora de recomeçar arduamente outra vida.
Fica para a posteridade a sua indomável resistência e determinação ao enfrentarem o fogo.
Apesar dos prejuízos e danos sofridos, salvaram habitações e a aldeia, sem vítimas a lamentar. Apenas um ferido.
Resistiram.Venceram!

sábado, 12 de agosto de 2017

Viver a Festa em Anceriz

Agosto é festa em Anceriz. Os filhos da terra encontram-se nas Eiras - o recinto, ponto de encontro dos festejos, actualmente adulterado e mutilado pela ausência do coreto - e aqui convivem.
Para recordar esses dias e dias passados nos primeiros anos de 80 do século XX, nada melhor que uma fotografia no local de então com dois filhos de Anceriz em primeiro plano e em diálogo: Alfredo Ribeiro e Artur de Almeida.
Em segundo plano, sentados, vêem-se dois outros ancerizenses: João Barbosa e António Pinto.